Maria Almira Medina é uma força da natureza.
Toda a natureza tem os seus ciclos e a Maria Almira também tinha os seus; ora pintava, ora escrevia, ora conversava com pedagogia, ora escutava para aprender a questionar, ora sugestionava, ora observava com o sentido da estética e arte; ciclos dentro de outros num desassossego e vontade de querer viver todo o momento como se fosse o último. JZ
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